sexta-feira, 6 de novembro de 2015


4 sintomas de um cérebro desnutrido

Quando nos alimentamos mal, o cérebro ressente-se. A curto prazo pode parecer que nada se altera, mas com o passar do tempo surgem sintomas que nos alertam sobre a necessidade de ter uma alimentação mais rica e variada.

A gordura (saiba mais) que reveste os neurónios é importante para a velocidade de pensamento, pelo que se passou muito tempo a escolher gorduras maioritariamente saturadas ou ómega 6 (inflamatórias), (saiba mais) o seu raciocínio pode estar a ressentir-se.

Lembre-se de incluir peixes gordos, azeite, abacate, oleaginosas e sementes na sua alimentação (saiba mais).

Os aminoácidos que são necessários para a formação de serotonina (a hormona da felicidade), podem não estar a ser ingeridos na quantidades certas. São 9 os aminoácidos que deve ingerir pela sua alimentação e caso estes não estejam em quantidades adequadas, sintomas de depressão, tristeza e desmotivação podem surgir por diminuição da serotonina e dopamina por exemplo.

Dietas prolongadas com pouco valor proteico (só à base de saladas e sopas por exemplo), podem conduzir a sintomas depressivos.
Coma carnes brancas, peixes, ovos ou opte pelas alternativas vegetais de combinação de cereais com leguminosas (saiba mais) ou pela soja.

Este sintoma pode ter uma causa de curto-prazo. Se não consome alimentos de absorção lenta, o seu cérebro vai estar sempre a pedir-lhe que coma e a fazê-lo sentir irritado.
Alimentos que permitam que se sinta sem fome algum tempo, fornecem de forma lenta açúcar ao cérebro, permitindo que esteja calmo e concentrado (pelo menos até à próxima refeição).

Misture fruta com oleaginosas; iogurte com fruta; coma cereais integrais; não use alimentos processados e com muito açúcar; prefira fruta a sumo de fruta.

Se esta situação já condiciona o seu dia-a-dia, deve consultar o seu médico. Se ainda são situações esporádicas, deve ter em atenção todos os pontos referidos anteriormente e repensar também a sua ingestão de vitaminas do complexo B e de vitamina D.

Proteja o seu cérebro do stress oxidativo (saiba mais), meça o seu valor de vitamina D e se puder de algumas vitaminas B como a B6, B12, ácido fólico; meça a sua homocisteína (saiba mais) e elimine da sua alimentação alimentos processados. Se necessário faça suplementação de vitaminas B e D. Faça treino de memória com pequenos jogos, como por exemplo escrever palavras num papel e tentar lembrar-se delas mais tarde.

O seu cérebro é um órgão fundamental na determinação da qualidade de vida ao longo do processo de envelhecimento. Vamos sempre a tempo de fazer mudanças que permitam nutri-lo da forma que merece!


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