Beterraba pode ajudar no combate à
demência

A beterraba é odiada por muitos devido
ao seu sabor intenso. Mas a verdade é que também são muitos os que gostam do
seu sabor característico e para esses, temos boas notícias!
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Características
nutricionais da Beterraba
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A beterraba possui ferro, iodo, magnésio, potássio, manganês,
ácido fólico, vitamina C e fibras.
As variedades vermelhas possuem os pigmentos fitoquímicos betanina enquanto
as variedades amarelas possuem mais beta-xantina. São boas fontes de
nitratos, aos quais se atribuem os benefícios a nível cardiovascular e
cerebral (juntamente com o ácido fólico).
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Benefícios
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Ajudam a combater doenças cardiovasculares, diminuir homocisteina, a controlar os níveis
de colesterol e têm efeitos antiaging.
Pela primeira vez em 2010, uma publicação que saiu na revista Nitric
Oxid demonstrou que uma alimentação com mais nitratos provenientes
de sumo de beterraba parecem facilitar o fluxo de sangue em
diversas áreas cerebrais associadas geralmente com estados de
demência. Existem também outros estudos com conclusões contrárias. Mas, de
qualquer forma, só poderá beneficiar de incluir a beterraba na sua
alimentação, pois é nutricionalmente rica.
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Incluir
beterraba na alimentação
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Fazer sumo de beterraba e misturar com sumo de laranja
natural, poderá ser a forma mais simples de mascarar o seu sabor intenso.
Cenoura, maçã e gengibre também combinam bem no seu sumo de beterraba. Beba-o
sempre fresco, junte-lhe por isso um pouco de gelo.

Para quem gosta do sabor poderá incluí-la crua ou cozida em diversos
pratos (sopas, pratos principais) sendo que fica especialmente
bem em saladas. Existem opções que se vendem em vácuo e já cozidas que
estão prontinhas a comer.
Se vai cozer beterraba faça-o por pouco tempo e com pouca água
para não perder muito valor nutricional
(idealmente a vapor). Saiba que se a sua urina mudar de cor no dia em que come
beterraba, é normal.

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E as folhas
podem ser consumidas?
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Não precisa deitar fora as folhas da beterraba, aliás
pode consumi-las numa sopa ou até misturadas num arroz.
Possuem vitamina A, C e B6, cálcio, ferro, zinco e fibras. Por possuírem
oxalatos, o cálcio destas folhas não será bem absorvido e
poderão não ser boa ideia para quem tem "pedras nos rins” que sejam de
oxalato. Cozer as folhas e não usar a água de cozedura é uma boa ideia para
diminuir o teor de oxalatos.
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